10 maneiras de medir a textura do queijo
Análise de textura do queijo: o queijo representa a maior parcela do volume total de produção no setor de laticínios. Por isso, compreender e medir a textura do queijo é fundamental para garantir padronização, qualidade e consistência em diferentes tipos e variedades produzidas pela indústria. Neste artigo, apresentamos dez diferentes métodos utilizados para medir a textura do queijo, considerando suas diversas aplicações e características estruturais.
Assista ao nosso vídeo que demonstra todos esses métodos de análise utilizando equipamentos desenvolvidos pela fabricante inglesa Stable Micro Systems e amplamente utilizados em laboratórios de controle de qualidade e pesquisa na indústria de alimentos mundo a fora.
Índice
Toggle1. Medição da textura do queijo usando um Wire Cutter
Um teste simples de corte com fio é amplamente utilizado na análise de textura de queijo para demonstrar de forma objetiva a firmeza e a consistência do produto. Esse método também pode ser aplicado na análise de outros alimentos, como manteiga e sorvetes em bloco, permitindo avaliar diferenças estruturais e características mecânicas desses produtos.
Acoplado ao TA.XTplusC Texture Analyser, o Wire Cutter da Stable Micro Systems incorpora um fio padrão de 0,3 mm de diâmetro e mede com precisão a força necessária para cortar o queijo. Dessa forma, torna-se possível realizar uma avaliação objetiva da firmeza, contribuindo para o controle de qualidade e padronização da textura em processos industriais.
2. Medição da textura do queijo utilizando teste de penetração
Testes realizados com probes cilíndricas ou cônicas em amostras maiores do que a própria probe são considerados bons indicadores do grau de maturação do queijo. Esse método é atualmente utilizado por um grande produtor de Camembert na França como procedimento de controle de qualidade em linha.
Um teste de penetração de pequena profundidade em produtos uniformes, utilizando uma probe esférica, pode medir a dureza da superfície e também o grau de maturação do queijo. Além disso, ao medir a força necessária para perfurar a superfície do queijo com uma penetração maior, é possível comparar a firmeza entre a parte externa e o interior do produto.
No entanto, nem sempre o processo é tão simples. Um número crescente de queijos — assim como sorvetes — contém partículas, como pedaços de frutas ou chocolate. Testar diferentes componentes dentro de um mesmo produto não apenas é desafiador, como muitas vezes resulta em baixa reprodutibilidade e dados potencialmente enganosos. Isso ocorre porque podem surgir grandes variações entre a força máxima e mínima registrada, dependendo se a sonda entra em contato primeiro com um pedaço de fruta ou com o próprio queijo.
3. Medição da textura do queijo utilizando a Multiple Puncture Probe
A Multiple Puncture Probe permite que fabricantes de alimentos analisem produtos não uniformes que contêm partículas de diferentes tamanhos, formatos, estruturas e níveis de dureza, proporcionando resultados mais reprodutíveis.
Esses produtos apresentam texturas não homogêneas devido à presença, por exemplo, de frutas secas, vegetais ou nozes, ou ainda por serem compostos por diferentes camadas que agregam maior interesse sensorial ao consumidor.
Ao penetrar o produto em vários pontos simultaneamente, a Multiple Puncture Probe gera um efeito de média nas medições, tornando os resultados mais representativos da textura geral do produto.

4.Medição da força de mordida de queijos duros utilizando Fracture Wedges
Medir a firmeza, dureza e fragilidade de um queijo também é essencial para avaliar características como quebradiço (crumbliness), elasticidade e resiliência, além de garantir que o produto mantenha textura e estrutura consistentes de lote para lote.
As Fracture Wedges permitem realizar essas medições por meio da quantificação da força necessária para provocar a fratura do produto (force to fracture). O sistema é composto por duas cunhas — uma superior e outra inferior — cada uma com ângulo de corte de 30°, conectadas respectivamente à célula de carga e à base de um analisador de textura.
Durante o teste, as cunhas realizam o corte simultaneamente, e a força necessária para provocar a fratura do queijo fornece uma indicação mensurável da composição e da resistência estrutural do produto. Para os fabricantes, essa medição representa uma ferramenta importante de garantia da qualidade, permitindo identificar possíveis variações na textura do produto final.
5. Medição da consistência de molho de queijo utilizando o Back Extrusion Rig
O Back Extrusion Rig fornece uma medida valiosa da consistência de um produto. Nesse método, um recipiente contendo a amostra é comprimido por um disco (plunger) acoplado ao analisador de textura, fazendo com que o produto seja extrudado para cima e ao redor da borda do disco.
O esforço necessário para realizar esse movimento é medido por meio do software Exponent Connect, e os resultados obtidos fornecem uma indicação da viscosidade do produto.
Esse tipo de medição está relacionado ao corpo do produto, ao seu comportamento de fluxo, à capacidade de revestimento na boca e à facilidade de servir com colher. Dessa forma, torna-se possível alcançar a textura desejada para produtos semissólidos e monitorá-la entre diferentes lotes e ao longo de toda a vida útil do produto.
6. Medição da espalhabilidade de queijo cremoso utilizando o Spreadability Rig
A espalhabilidade de produtos como margarina e manteiga é um fator importante para a aceitação desses alimentos pelos consumidores. Em termos práticos, espalhabilidade refere-se à facilidade com que um produto pode ser aplicado em uma camada fina e uniforme, por exemplo, sobre o pão. A firmeza ou dureza pode ser medida pela força necessária para provocar uma determinada deformação ou pela quantidade de deformação obtida sob uma força específica.
Embora a espalhabilidade também esteja relacionada à deformação sob uma carga externa, ela é considerada uma propriedade mais dinâmica. As medições de firmeza e espalhabilidade geralmente apresentam forte correlação, porém essa relação raramente é perfeita, em parte devido ao fenômeno de amolecimento mecânico (work softening). A margarina, por exemplo, tende a amolecer mais facilmente durante o espalhamento sobre o pão do que a manteiga, o que permite que ela seja mais fácil de espalhar, mesmo quando os valores iniciais de dureza são semelhantes.
Fatores que afetam a espalhabilidade
A proporção entre gordura sólida e gordura líquida em um produto é provavelmente o fator mais importante na determinação da dureza e da espalhabilidade. No entanto, dureza ou maciez não são os únicos aspectos que influenciam essa propriedade.
A suavidade e a fragilidade também fazem parte das características relacionadas à espalhabilidade. Esses atributos estão mais ligados ao tamanho e à forma dos cristais de gordura do que à sua quantidade. Um produto é considerado suave quando os cristais são relativamente pequenos — algo que pode ocorrer tanto em manteigas quanto em margarinas mais firmes ou mais macias. Já a fragilidade está associada a um alto teor de gordura sólida e/ou ao tamanho excessivo dos cristais de gordura.
Nessas condições, cristais grandes podem se interligar, resultando em um produto quebradiço. Esse comportamento raramente ocorre em manteigas ou margarinas mais macias.
Tradicionalmente, a manteiga apresenta menor espalhabilidade, especialmente a manteiga produzida no inverno, e o uso generalizado de refrigeradores domésticos tende a acentuar esse problema. Por outro lado, os fabricantes de margarina conseguiram desenvolver margarinas mais macias, com melhor espalhabilidade, que se tornaram populares em diversos países.
Outra estratégia para melhorar a espalhabilidade da manteiga é a adição de óleo vegetal. Nos últimos anos, também surgiram no mercado europeu spreads com baixo teor de gordura (25% ou menos). Com a crescente demanda por produtos mais saudáveis, fabricantes passaram a desenvolver novos spreads com fase de emulsão invertida — em que a fase gordurosa fica dispersa em uma matriz aquosa — tentando ao mesmo tempo manter a plasticidade desejada. Naturalmente, misturas pouco controladas de ingredientes podem resultar em produtos quebradiços ou elásticos, inadequados para espalhamento.
Medição de espalhabilidade e aderência
Muitos profissionais da indústria de alimentos buscam medir a espalhabilidade de produtos como manteiga, spreads, pasta de amendoim, margarinas, queijos e cream cheese. Esses produtos geralmente são sensíveis ao cisalhamento, o que dificulta a preparação consistente das amostras para testes.
Ensaios de penetração e compressão são métodos simples que fornecem resultados relacionados à dureza da amostra. No entanto, medições de dureza — mesmo utilizando sondas cônicas — nem sempre são bons indicadores da espalhabilidade.
O Spreadability Rig é um acessório desenvolvido para medir a facilidade com que um produto, como margarina ou spread de mesa, pode ser aplicado em uma camada fina e uniforme. O sistema é composto por:
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Uma probe cônica macho de 90°
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Cinco suportes cônicos fêmea de Perspex, projetados com precisão para conter a amostra.
O material pode ser colocado previamente nos suportes e deixado para estabilizar antes do teste ou preenchido com uma espátula, nivelando a superfície. Esse procedimento evita que trabalho excessivo seja aplicado ao produto, e diferentes formas de preenchimento influenciam apenas a fase inicial do ensaio.
O dispositivo inclui cinco suportes substituíveis para amostras, que podem ser preenchidos antecipadamente e fixados facilmente na base do equipamento, alinhados com precisão sob a probe cônica superior. Esses suportes podem ser armazenados em ambientes refrigerados ou congelados, ou mantidos em temperatura ambiente antes da análise.
A ação principal que o teste busca medir — a espalhabilidade — ocorre na etapa final do ensaio. Como os suportes cônicos não possuem cavidades onde o produto possa ser compactado, o material é forçado a fluir para fora em um ângulo de 45° entre as superfícies cônicas macho e fêmea. A facilidade desse fluxo indica o grau de espalhabilidade do produto. A retirada da sonda também pode fornecer informações sobre as características adesivas da amostra.
Explicação do teste e interpretação dos resultados
Durante o teste, a força aumenta progressivamente até atingir a profundidade máxima de penetração da sonda cônica. O valor máximo de força registrado (força máxima de cisalhamento) pode ser interpretado como a firmeza da amostra na profundidade especificada.
Amostras mais firmes apresentam também uma área maior sob a curva, representando a quantidade total de força — ou trabalho de cisalhamento — necessária para realizar o processo de deformação.
Esses dois parâmetros geralmente classificam as amostras na mesma ordem em termos de espalhabilidade e firmeza, embora em alguns casos um deles possa ser mais adequado para diferenciar determinados produtos.
Após atingir a profundidade máxima, a sonda inicia sua retirada da amostra. Caso o produto apresente características adesivas, isso será indicado por uma região de força negativa na curva de análise.
Compreender as propriedades reológicas de alimentos semissólidos, como a margarina, é fundamental para o desenvolvimento de processos, controle de qualidade e inovação de produtos. Margarinas macias, normalmente utilizadas para torradas e sanduíches, precisam ser facilmente espalháveis mesmo quando retiradas da geladeira, além de apresentar uma aplicação uniforme e suave, sem sinérese ou separação de fases.
7. Medição da extensibilidade de queijo fundido utilizando o Cheese Extensibility Rig
Produtos lácteos fundidos também merecem atenção nas análises de textura. A extensibilidade do queijo é uma característica textural importante em diversas aplicações alimentícias — especialmente em produtos como pizza.
Processos como congelamento, ralagem, descongelamento e cocção podem impactar significativamente as propriedades texturais do queijo. Além disso, versões com teor reduzido de gordura frequentemente apresentam características bastante diferentes em comparação aos produtos tradicionais com maior teor de gordura. Essas variações podem resultar em uma textura com sensação indesejada na boca.
Tradicionalmente, uma das formas mais comuns de avaliar a extensibilidade do queijo era levantá-lo manualmente com um garfo, estimando visualmente tanto a força necessária para esticá-lo quanto o comprimento alcançado durante o estiramento. No entanto, esse método é altamente subjetivo e pouco confiável, pois depende da percepção individual do avaliador.
Medição de extensibilidade (stringiness)
Em resposta à necessidade de um método objetivo e repetível para avaliar a extensibilidade do queijo, a fabricante Stable Micro Systems desenvolveu o Cheese Extensibility Rig.
Utilizado em conjunto com um analisador de textura, esse sistema é composto por um recipiente compatível com micro-ondas, um suporte para amostra e uma sonda tipo garfo de dupla face.
No procedimento de teste, o queijo é cortado em pequenos cubos e aquecido no recipiente até atingir o estado fundido. Em seguida, o suporte de amostra é encaixado no recipiente, que é fixado na base do analisador de textura. Após a instalação da sonda em formato de garfo, o braço do equipamento puxa a sonda verticalmente através do queijo fundido.
Durante esse movimento, o software Exponent Connect registra:
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A força necessária para esticar o queijo
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A distância até o ponto de ruptura
De forma geral, os resultados mostram que quanto maior a distância antes da ruptura, maior é a extensibilidade do queijo.
Para garantir maior repetibilidade do ensaio e uma melhor representação da experiência real do consumidor, pode-se utilizar uma probe de temperatura PT100 para monitorar a temperatura da amostra. Dessa forma, o teste pode ser programado para iniciar automaticamente quando a temperatura alvo for atingida.
8. Medição da extrudabilidade de queijo processado utilizando o Forward Extrusion Rig
A extrudabilidade refere-se ao trabalho necessário para empurrar ou expelir um produto para fora de um recipiente. Em produtos lácteos acondicionados em tubos — como queijos processados e iogurtes em embalagem flexível — a remoção do conteúdo depende da pressão exercida pelo consumidor ao apertar a embalagem.
A capacidade de extrair o produto com facilidade é essencial para a experiência do consumidor. Por isso, a consistência do conteúdo em tubos ou sachês é um fator fundamental para garantir que o produto possa ser removido da embalagem sem dificuldades.
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Se o produto for muito denso, o consumidor terá dificuldade para extraí-lo.
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Se for excessivamente fluido, pode ocorrer vazamento.
Considerando que o tamanho da abertura da embalagem permanece constante, a força necessária para apertar o recipiente depende principalmente da consistência do produto, como pastas ou cremes.
Para simular essa situação em laboratório, pode-se utilizar o teste de extrusão direta (Forward Extrusion Test). O Forward Extrusion Rig, desenvolvido pela Stable Micro Systems, mede a força de compressão necessária para que um disco tipo pistão extruda o produto através de uma abertura padronizada localizada na base do recipiente de amostra.
A base do recipiente possui um disco com um orifício central (orifice) que pode ter diferentes diâmetros — 3, 5, 7 ou 10 mm — escolhidos de acordo com a consistência da amostra. O êmbolo ajustado ao recipiente atua como um pistão, comprimindo o produto e promovendo seu fluxo para frente através do orifício.
Produtos adequados para esse tipo de ensaio incluem gorduras de panificação, pastas e líquidos viscosos sem partículas sólidas.
9. Medição da consistência/extrudabilidade diretamente da embalagem de queijo processado
Uma grande variedade de produtos lácteos e condimentos é atualmente comercializada em sachês ou tubos, formatos que facilitam tanto o consumo rápido quanto o armazenamento por períodos mais longos. Em produtos como queijos processados e iogurtes em tubo, a capacidade de extrair o conteúdo com facilidade é essencial para a experiência do consumidor.
Se o produto apresentar consistência muito densa, o consumidor terá dificuldade para pressionar a embalagem e extrair o conteúdo. Por outro lado, se for excessivamente fluido, pode ocorrer vazamento.
Para avaliar esse comportamento, foi desenvolvido o Sachet/Tube Extrusion Rig, um dispositivo que quantifica a força necessária para extrudar o conteúdo diretamente de embalagens do tipo sachê ou tubo. Esse acessório, desenvolvido pela Stable Micro Systems, permite posicionar a extremidade da embalagem verticalmente entre dois roletes, enquanto a extremidade fechada é presa por uma garra na parte superior.
Durante o teste, a garra puxa o sachê ou tubo para cima através dos roletes, forçando a saída do produto. Quanto maior a força registrada, maior será a dificuldade que o consumidor provavelmente enfrentará ao apertar a embalagem para retirar o conteúdo.
Ao realizar esse teste em intervalos regulares ao longo do tempo, os desenvolvedores de produtos conseguem acompanhar mudanças na consistência durante a vida de prateleira, ajustando formulações quando necessário. Esse equipamento, que compara força versus tempo, também ajuda os fabricantes a avaliar se um produto é adequado para esse tipo de embalagem.
Realizar esse tipo de avaliação ainda na fase de desenvolvimento pode ser decisivo para o sucesso do produto. Afinal, problemas identificados apenas nas etapas finais de produção podem resultar em desperdício de materiais, retrabalho e perdas significativas para o fabricante.
10. Medição da força de ralagem de queijos duros utilizando o Cheese Grating Rig
Um Cheese Grating Rig foi desenvolvido para medir com precisão a força necessária para ralar queijos em tiras. Pela primeira vez, as indústrias de laticínios podem avaliar de forma científica, objetiva e repetível a capacidade de ralagem (shreddability) do queijo, permitindo otimizar formulações, processos de produção e etapas de embalagem.
O mercado de queijos ralados prontos para consumo cresce rapidamente em diversas regiões, impulsionado pela busca por praticidade e variedade. Como consequência, queijos que tradicionalmente eram vendidos apenas em blocos precisam agora suportar processos intensivos de ralagem, transferência e embalagem, sem causar entupimentos ou falhas nas máquinas de processamento. Nesse contexto, a análise de textura auxilia os fabricantes a compreender as propriedades mecânicas que influenciam tanto a sensação na boca quanto a processabilidade do produto.
O Cheese Grating Rig, desenvolvido pela Stable Micro Systems, é utilizado em conjunto com um analisador de textura e consiste em:
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Uma plataforma de ralagem com superfícies intercambiáveis
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Um suporte para bloco de amostra, que atua como molde e mantém o queijo fixo durante o teste
O analisador de textura é utilizado em posição horizontal, garantindo uma aplicação constante de força sobre a amostra. Essa configuração também permite que o teste seja realizado em vários ciclos consecutivos sem a necessidade de reposicionar a amostra.
Além disso, um peso posicionado sobre a amostra mantém o queijo em contato constante com a superfície de ralagem, assegurando medições consistentes. O sistema é versátil e inclui dois tipos de superfícies de ralagem, além de uma lâmina tipo mandoline, que permite avaliar também a capacidade de fatiamento do queijo.
Essas condições de teste simulam situações reais de processamento e fornecem informações valiosas sobre a qualidade, desempenho e comportamento do queijo durante o processamento industrial.
O queijo é um ingrediente extremamente versátil, utilizado tanto como base em molhos quanto como cobertura em pizzas. No entanto, fatores como teor de gordura, umidade, sal, pH e grau de maturação, além de condições ambientais e etapas de processamento, podem influenciar diretamente sua capacidade de ralagem.
Com o uso desse equipamento, fabricantes podem testar diferentes tipos de queijo e utilizar os resultados para:
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orientar projetos de pesquisa e desenvolvimento (P&D)
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otimizar parâmetros de processamento
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fortalecer programas de controle de qualidade
Além de avaliar queijos diretamente nas indústrias de laticínios, o Cheese Grating Rig também pode ser utilizado em ambientes de processamento de alimentos, garantindo que o produto suporte operações de alta velocidade em aplicações como pizzas, refeições prontas, molhos e snacks.

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Na Extralab Brasil, atuamos como parceiros estratégicos das empresas, oferecendo uma solução completa em análise de textura. Nosso trabalho começa com a escuta ativa: entendemos as necessidades específicas de cada cliente, seus desafios de produção, controle de qualidade ou pesquisa. A partir disso, elaboramos uma proposta personalizada que atenda às exigências técnicas e regulatórias, proporcionando resultados precisos e confiáveis.
Entre nossas soluções, destacamos o texturômetro TA.XT/Plus 100C, carro-chefe da Stable Micro Systems, marca que representamos oficialmente e exclusivamente no Brasil. Este equipamento de coluna única, compacto e robusto, é ideal para laboratórios e linhas de produção que buscam medição extremamente precisa das propriedades mecânicas e texturais de uma ampla gama de produtos.
O TA.XT/Plus 100C possui a capacidade de aplicar forças de até 100 kg, tornando o equipamento ainda mais versátil para diferentes tipos de testes e aplicações industriais. Além disso, conta com uma resolução de distância superior, dobrada para 0,0005 mm, podendo atingir até 0,0001 mm no Modo Suave, o que proporciona medições detalhadas e confiáveis, mesmo em amostras delicadas.
O equipamento é perfeito para testes como compressão, ruptura, adesão, elasticidade, entre outros, e garante consistência e precisão em cada análise, atendendo às exigências de controle de qualidade, P&D e desenvolvimento de novos produtos.
Além da comercialização, oferecemos suporte técnico especializado, com assistência completa, incluindo instalação, manutenção preventiva e corretiva, calibração e treinamentos técnicos para garantir o melhor desempenho dos equipamentos na sua operaçao.
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